Princípio editorial

Fazer comunicação

Fazer comunicação hoje virou um grande desafio. Seja ele de todas as formas: em TV, em impresso, rádio e, sobretudo, digital. O Jornalismo hoje é mutante, mas duas coisas são básicas e importante em qualquer jeito de se comunicar: a verdade e a isenção. O jornalismo tem como objetivo informar e prestar serviço. Claro que cabe opinião quando se trata de nossos colunistas. Utopia dizer que não. Mas nosso lema e nossa missão de valor é exatamente esse: INFORMAR PARA FORMAR. Quando dizemos que estamos na ‘vibe da comunicação’ é exatamente isso: estamos na vibração da comunicação com o que tudo de moderno ela possa nos oferecer. Sem perder, no entanto, a raiz, a matriz e a base de todo meio de comunicação sério. Temos a intenção de informar, com credibilidade, pela equipe que temos. Gente comprometida com a nossa cidade, com a nossa região, com o mundo e com o nosso leitor. Gente que está a fim de aprender com as pessoas, com o ser humano e nada nesse portal faz sentido sem a participação das pessoas.

Por isso vamos abrir caminhos para que todos e TUDO seja feito com você.

No entanto, para participar do projeto é preciso ter atributos de uma informação de qualidade:

A isenção

Isenção é a palavra mais importante nesse trabalho. Porém, assim como a verdade é inexaurível, é impossível que alguém possa se despir totalmente do seu subjetivismo. Isso não quer dizer, contudo, que seja impossível atingir um grau bastante elevado de isenção. É isso que vamos buscar, seja na apuração dos fatos e no relato dele.

Importante ressaltar que a equipe do TUDO será composta por gente formada e em formação. Todas com o mesmo objetivo: informar. Todos os jornalistas envolvidos na apuração, edição e publicação de uma reportagem, em qualquer nível hierárquico, devem se esforçar ao máximo para deixar de lado suas posições pessoais e seus gostos. Gostar ou não de um assunto ou personagem não é critério para que algo seja ou não publicado. O critério é ser notícia.

Quando o material vier de leitor, nas categorias das quais ele vai poder participar com postagem de fotos e textos, jornalistas da nossa equipe poderão ou não fazer uma edição até para que nada que seja contra nossos valores seja publicado.

O TUDO é apartidário, é laico e repudia todas as formas de preconceito. O TUDO é independente de governos e transparente em suas ações e em seus propósitos. Isso significa que o público será sempre informado sobre as condições em que forem feitas reportagens que fujam ao padrão.

Haverá espaço destinado a comentários e opiniões das matérias. O Tudo se reserva no direito de retirar postagem ofensiva, caso julgue necessário. O mesmo vale para articulistas, cronistas e colaboradores fixos.

O TUDO será aberto a sugestões de pautas e em relação a denúncias ela não pode ser anônima. Denúncia anônima não é notícia; é pauta, mesmo se a fonte for uma autoridade pública: a denúncia deve ser investigada à exaustão antes de ser publicada. No entanto, denúncias e acusações, feitas em entrevistas por pessoas devidamente identificadas, que desfrutem de credibilidade, seja pelo cargo que ocupam, seja pela história de vida, podem ser publicadas, sem investigação própria, mas, necessariamente, acompanhadas pela versão dos acusados, de preferência no mesmo texto.

Uma reportagem pode legitimamente apresentar uma pessoa como suspeita de crime ou irregularidade quando a suspeição partir oficialmente de alguma autoridade pública e estiver registrada em documento ou entrevista. O anúncio oficial de que alguém é suspeito de crime ou irregularidade é um fato, que pode ser registrado dependendo de sua relevância para a sociedade. Ao jornalista do TUDO, caberá informar sobre o estágio em que se encontram as investigações, devendo sempre cobrar os indícios que levaram a autoridade a sustentar suas suposições, publicando-os, acompanhados da versão da pessoa acusada, se ela se dispuser a falar. Se a autoridade errar e culpar um inocente, o fato deve ser publicado com o mesmo destaque, e a polícia deve ser cobrada por seus erros.

A correção

Correção é aquilo que dá credibilidade ao trabalho jornalístico: errou, corrigiu imediatamente ou assim que o erro for comunicado. Temos um espaço destinado exclusivamente para esse contato.

Todo jornalista é responsável pela exatidão daquilo que apura, mas, como em jornalismo quase tudo se faz coletivamente, todos os envolvidos na edição de uma reportagem devem estar atentos para perceber inexatidões. Expressar dúvidas sobre dados de uma reportagem antes de sua publicação é a melhor maneira de torná-la mais exata.

Em reportagens que requeiram conhecimento técnico, a consulta a especialistas deve ser obrigatória. Nenhum jornalista precisa ser médico, químico, biólogo ou historiador. Mas, por isso mesmo, para não errar em assuntos técnicos, nosso jornalista precisa recorrer à assessoria especializada.

Jundiaí, janeiro de 2017
Equipe Tudo