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Última audiência Pública discute projeto do Plano Diretor, que passa por ajustes

Última audiência Pública discute projeto do Plano Diretor, que passa por ajustes
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A terceira e última audiência pública sobre o projeto de lei que revisa o Plano Diretor de Jundiaí foi realizada na noite de quarta-feira (16), na Câmara Municipal de Jundiaí.

Mais uma vez a polêmica que envolve o Jardim Brasil dominou as discussões da noite.

Treze munícipes se inscreveram previamente para fazer o uso da palavra e foram ouvidos pelo gestor da Unidade de Gestão de Planejamento Urbano e Meio Ambiente (UGPUMA), Sinésio Scarabello Filho, e pelo presidente do Legislativo, vereador Faouaz Taha (PSDB), que comandou os trabalhos, em meio a opiniões favoráveis e contrárias a pontos do projeto.

A proposta recebeu alguns ajustes e pode ser apreciada e votada em plenário na última sessão ordinária de outubro, marcada para o próximo dia 29, ou na seguinte, em 5 de novembro.

Mais uma vez a audiência contou com grande presença de moradores do Jardim Brasil, que divergem sobre a instalação de estabelecimentos comerciais no bairro.

O projeto de lei permite a instalação de escritórios e clínicas nas ruas internas do Jardim Brasil, mas proíbe qualquer outro tipo estabelecimento na região.

"A prefeitura estava propondo que as ruas do Jardim Brasil passassem para ruas de circulação, permitindo algumas atividades comerciais.

Nós nos mobilizamos e conselho aprovou essa alteração por 12 votos a 2.

Mas agora a prefeitura apresentou uma emenda modificativa na Câmara que volta o Jardim Brasil para a maneira como está hoje.

É um absurdo, que bairro tem o privilégio de se manter com obstrução nas vias e sem atividade comercial", lamenta Yasmim Taha, representante do grupo Renova Jardim Brasil.

Segundo ela, a flexibilização da atividade comercial não impede ninguém de morar no bairro.

"Mas da forma como estão propondo, nos impedem de dar uma destinação para os nossos imóveis.

Vamos seguir dialogando com o vereadores.

Acreditamos no bom senso deles, que devem votar pela cidade e não por um bairro.

Vamos conversar com a prefeitura e mobilizar a cidade em torno da nossa causa para ampliar as fronteiras do Jardim Brasil", afirma a representante.

Segundo Sinésio, o Jardim Brasil tem dois grupos com argumentos procedentes.

“Se houvesse consenso entre eles, o assunto estaria resolvido.

O critério adotado pela Prefeitura de Jundiaí foi o de respeitar a posição da maioria.

Todos deram seus nomes em um abaixo-assinado e prevaleceu a vontade da maioria”, afirma.

De acordo com o gestor, a audiência pública para discutir o projeto do Plano Diretor foi determinada por um cuidado da prefeitura em seguir rigorosamente o rito previsto pela legislação.

“Como as manifestações do CMPT (Conselho Municipal de Políticas Territoriais) e do Comdema (Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente) chegaram à Câmara depois da última audiência, em 18 de setembro, e os órgãos se posicionaram com questões que acabaram sendo acolhidas pela prefeitura, resolvemos fazer mais esta audiência para anunciar a aceitação destas ideias”, emendou Sinésio.

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Ana Paula Bardella

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